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Como fazer passaporte

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Para fazer seu passaporte, é necessário, primeiro, entrar no site do Departamento de Polícia Federal e clicar na opção "Requerer emissão de passaporte". Uma nova página irá se abrir, sendo necessário informar o Estado e a cidade em que você irá requerer o passaporte. Depois, preencha os dados solicitados na opção 2 "Emissão de passaporte".

Finalizado o procedimento, serão exibidos três botões. Inicialmente, clique em "gerar protocolo", depois "gerar GRU" (guia para pagamento da taxa) e, finalmente, em "fechar".

Caso haja dúvidas sobre o preenchimento dos seus dados, ligue para 0800-978-2336 ou entre em contato pelo e-mail cau.cti@dpf.gov.br.

A Guia de Recolhimento da União (GRU) deve ser paga dentro do prazo de vencimento. Caso seja necessário uma nova via da GRU, clique em "Outras informações/consultas sobre passaportes", na página inicial do Departamento de Polícia Federal, e depois em "Reemitir GRU".

Existem dois tipos de passaporte

* Modelo comum (padrão ICAO, cor azul)
* Modelo antigo (padrão não-ICAO, cor verde)

* O titular do passaporte de cor verde poderá utilizá-lo regularmente até a data de vencimento do mesmo. A taxa de concessão de passaporte comum ICAO, cor azul, é de R$ 156,07 e a do passaporte antigo (cor verde) é de R$ 89,71.

* A multa por não apresentar o documento anterior (válido ou não) é o dobro do valor cobrado pelo novo passaporte. No caso, a taxa de concessão do modelo comum ICAO, cor azul, se tornaria R$ 312,14 e a do modelo antigo não-ICAO, cor verde, seria de R$ 179,42.

* Por fim, compareça ao posto do DPF munido da documentação original exigida (veja abaixo), GRU paga e protocolo da solicitação. Em algumas unidades do DPF, é necessário fazer o agendamento prévio. Verifique no site (http://www.dpf.gov.br/sinpa/jsp/agenda/agendamento/paginaInicial.jsp) se é preciso agendar o atendimento no posto escolhido.

O prazo de entrega do passaporte é de seis dias úteis. As coletas de fotografia, digitais e assinatura serão realizadas nas dependências do DPF, por meios eletrônicos.

Documentos exigidos

* Carteira de identidade (RG)
* Certidão de casamento atualizada para as pessoas que tiverem o nome alterado em razão de casamento, separação ou divórcio
* Título de eleitor e comprovantes de que votou na última eleição (dos dois turnos, se houve). Na falta dos comprovantes, é necessário apresentar uma declaração da Justiça Eleitoral de que está quite com as obrigações eleitorais ou uma justificativa eleitoral
* Documento que comprove quitação com o serviço militar obrigatório, para os requerentes do sexo masculino a partir de 1º de janeiro do ano em que completam 19 anos até 31 de dezembro do ano em que completam 45 anos
* Certificado de naturalização, para os naturalizados
* Comprovante de pagamento da taxa em reais, por meio da GRU (Guia de Recolhimento da União), sendo necessário o CPF do requerente ou responsável, código da receita e da unidade arrecadadora conforme tabela das receitas existente na própria guia
* Apresentar o passaporte anterior, quando houver (válido ou não). A não apresentação deste, por qualquer motivo, implica em pagamento da taxa em dobro
* O brasileiro que tiver seu passaporte válido inutilizado por qualquer repartição consular ou de imigração estrangeiras, no Brasil ou no Exterior (por negativa de visto ou deportação), não está impedido de requerer um novo passaporte. Basta apresentar o passaporte, válido ou não, para cancelamento.

Fonte: Departamento de Polícia Federal


Para viajar seguro - Bagagem

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Em qualquer viagem, existe um limite de bagagem que o passageiro pode transportar, classificado em peso e peça. Nas aeronaves acima de 31 assentos, o passageiro que viajar na primeira classe poderá levar até 40 quilos e o que viajar nas demais classes poderá levar até 30 quilos.

Crianças de colo que não ocuparem assento poderão levar bagagem de até 10 quilos. Caso esse peso seja ultrapassado, a empresa aérea cobrará 1% sobre a tarifa normal de ida aplicável, de classe econômica, por quilograma excedido.

Em viagens para Estados Unidos, Canadá, Pacífico Sul, Ásia (via oceano Pacífico), África do Sul e Hong Kong e Bangkok (via África do Sul), o sistema de bagagem adotado é por peça. Para viajantes de primeira classe e classe intermediária é permitido duas malas que não ultrapassem 158 centímetros na soma de suas dimensões (altura, largura e comprimento). Cada mala também não poderá exceder 32 quilos. A cobrança de taxas por peça excedida (seja em número ou volume) varia conforme o país de destino, entre US$ 15 e US$ 204 (ver tabela em http://www.anac.gov.br/portal/media/NOSAITP-005.pdf)

Alguns itens que não são permitidos em viagens aéreas:

* Qualquer arma de fogo
* Qualquer objeto pontiagudo ou cortante
* Instrumentos de ponta arredondada alavanca ou barra metálica similar, como martelos e alicates
* Substância explosivas ou inflamáveis com cápsula explosiva
* Substâncias químicas e tóxicas e material oxidante, como pó de cal, descorante químico e peróxido
* Dispositivos de alarme e material cujo campo magnético seja suficiente para interferir nos equipamentos das aeronaves e que não estejam relacionados entre os dispositivos eletrônicos permitidos

Em caso de extravio ou de bagagem danificada, procure a empresa aérea ainda na sala de desembarque e preencha o Registro de Irregularidade de Bagagem (RIB). É necessário apresentar o comprovante de despacho de bagagem, que é a prova do contrato de transporte. 
Caso a bagagem seja localizada, deve ser entregue ao passageiro em seu local de origem ou destino, de acordo com o endereço fornecido à empresa. Após 30 dias, se a bagagem extraviada não for encontrada, a empresa deverá indenizar o passageiro. Nos voos internacionais, a reparação é feita de acordo com a Convenção de Varsóvia, restringindo a responsabilidade da empresa aérea em US$ 20 por quilo de bagagem extraviada.

Como levar equipamentos fotográficos, laptops etc

* Recomenda-se transportar equipamentos eletrônicos em geral - como máquinas fotográficas, laptops e aparelhos celulares - na bagagem de mão, cabendo a responsabilidade pelo seu transporte ao próprio dono. Esse tipo de equipamento não pode ser incluído na declaração de valores atribuídos à sua bagagem (opcional). Por meio dessa declaração, o passageiro tem direito de receber o valor declarado e aceito pela empresa em caso de dano ou extravio. 



Uso da cadeirinha

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Saiba o que é exigido por lei para transportar cada tipo de criança no carro:







FONTEhttp://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/transito/


Feliz Natal e Próspero Ano Novo!

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Natal, que todos sabem, significa o nascimento de Jesus Cristo, que pela terra passou e que dela jamais se afastou. Pela tradição predominante em muitos países e inclusive no Brasil, o dia 25 de dezembro é a data em que cada ser humano de bons propósitos tem como hábito presentear em especial, a quem dedica estima e consideração. Natal, que pela grandiosidade de seu simbolismo, também significa reflexão, amor, fraternidade e esperança num horizonte promissor. 

Que cada cliente e colaborador, no sagrado convívio de seus familiares e demais entes queridos, brindem essa data com o líquido da saúde, do prazer, da felicidade e da esperança, na taça da harmonia e da união. Feliz Natal e Próspero Ano Novo, a você e toda sua família. Que os sonhos, hoje apenas sonhos, num breve futuro se transformem em realidade. Que o Manto Sagrado os cubra e os proteja, com saúde e felicidade. Feliz Natal! e Feliz Ano Novo!

É o desejo da administração do Posto Flach - Santo Ângelo!


Indian Chief Vintage Final Edition 2013: Apenas 25 unidades!

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A Indian Motorcycles, lendária fabricante de motocicletas estradeiras, revelou a Indian Chief Vintage Final Edition 2013, a última da sua “espécie” que será fabricada após 111 anos de história no motociclismo dos Estados Unidos. Apenas 25 unidades serão fabricadas e já podem ser reservadas nos EUA e no Canadá. Não é preciso nem dizer que essa Indian Chief é um item de colecionador, certo? Para ser o dono de uma unidade dessa rara motocicleta o apaixonado por motos precisará desembolsar US$ 37,599.00, algo em torno dos R$ 80.000,00 na conversão monetária.

Esta edição limitada se destaca por sua decoração especial de dois tons, combinando o vermelho com o preto (Red & Black Thunder), apresentando também belos toques de cor dourada. A intenção desse design gráfico é imitar a Indian Chief de 1939, que foi exibida na Feira Mundial de Nova York, naquele mesmo ano.

Também se destacam as suas rodas de 16 polegadas cromadas, os elementos cromados no seu motor de 1.720 cc Power Plus (105 ci) e os alforjes de couro combinando muito com o estilo estradeiro da motocicleta. Ah, também não podemos esquecer de um detalhe importantíssimo para os colecionadores: ela vem com a placa numerada, é claro.







Câmbio CVT é nova 'tendência' nos carros brasileiros após novas regras

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Segundo especialistas, sistema reduz até 10% consumo de combustível. Saiba o que é câmbio manual, automático, automatizado e overdrive.

O câmbio CVT chegou aos carros em 1960, mas só agora, em 2013, terá um papel importante na indústria automobilística nacional: reduzir o consumo de combustível para atender às novas normas estabelecidas pelo Inovar Auto — regime automotivo brasileiro, que entra em vigor a partir de janeiro do ano que vem. Mas o que é o câmbio CVT e qual a diferença para o manual, automático e automatizado? A pedido do G1, especialistas explicam cada uma das tecnologias que não, necessariamente, são melhores ou piores.

As características de cada uma são bem distintas e, por isso, o que vai determinar a vantagem é o objetivo da montadora ou do consumidor. No caso do CVT, trata-se de uma transmissão que consome 10% menos combustível do que a manual e 8% menos do que a automática, de acordo com o engenheiro da Toyota e diretor da Associação de Engenheiros Automotivos (AEA), Edson Orikassa.

“Hoje, os câmbios automáticos estão mais econômicos do que os manuais”, destaca o engenheiro. Segundo ele, a transmissão automática “normal”, ou mesmo a automatizada, reduz em 2% o consumo de combustível na comparação com a manual.

CVT

O CVT (Continuously Variable Transmission) oferece relações de marcha continuamente variáveis, ou seja, pode-se dizer que este tipo de transmissão tem marchas infinitas. Isso é possível porque esta tecnologia não possui engrenagens, exatamente o que a difere de um câmbio automático tradicional. O câmbio CVT possui duas polias de diâmetro variável, unidas por uma correia metálica de alta resistência. Dessa forma, o sistema permite uma aceleração contínua, sem trancos, o que dá a impressão de que o carro nunca troca de marchas.

“Esta é uma solução muito apropriada para carros com motorização até 2.5 litros. Mais do que isso, o custo deste tipo de transmissão fica muito caro”, afirma o engenheiro e conselheiro da Sociedade de Engenheiros da Mobilidade (SAE Brasil), Francisco Satkunas.

Os modelos com câmbio CVT vendidos no Brasil atualmente são o Nissan Sentra, Renault Fluence e Jeep Compass, todos importados. A expectativa é que, ao oferecer economia de combustível, esse tipo de câmbio seja cada vez mais adotado, fazendo com que o volume de produção nas montadoras seja suficiente para o custo desse tipo de tecnologia cair. E é exatamente isso que o Inovar Auto quer estimular.

Câmbios manuais x automáticos

A diferença básica entre uma transmissão manual e a automática é que a primeira trava e destrava diferentes sequências de engrenagens dentro da caixa de mudanças e, assim, permite diversas velocidades. Para fazer as trocas, o sistema manual possui a embreagem. Ela acopla e desacopla o conjunto. Os câmbios manuais mais modernos já vêm com seis marchas ou mais, o que também ajuda na economia de combustível.

Já a transmissão automática traz um conjunto de engrenagens “planetárias”, que é um jogo igual ao das engrenagens utilizadas na manual, mas concentrado em uma única peça. Para que o sistema funcione, existe um componente chamado de conversor de torque, que faz a função de embreagem. Este item faz um acoplamento hidráulico que permite que o motor gire de forma independente da transmissão.
Assim, se o motor girar mais lentamente, a quantidade de torque que passa pelo conversor é menor. Se o motorista acelera, o motor bombeia mais fluido para dentro do conversor de torque, o que faz com que essa força seja transmitida às rodas. “A vantagem das transmissões automáticas e automatizadas no trânsito é o que tem popularizado este tipo de tecnologia”, avalia Satkunas.

Hoje, os carros podem contar com transmissões automáticas de até 8 velocidades. Essa transmissão, especificamente, foi desenvolvida pela empresa ZF e já equipa os modelos Range Rover Sport, Volkswagen Amarok, Chrysler 300 Luxury Series, Bentley Continental GT Speed, entre outros.

A tecnologia traz o recurso “Block Shifting”, que reduz, por exemplo, de 8ª para 4ª marcha, dependendo da demanda. Outra tecnologia faz com que a transmissão corte a aceleração quando detecta que o motor está na rotação ideal para o torque que foi entregue. As vantagens da transmissão de 8 velocidades são as mudanças de marcha mais rápidas e suaves e a melhor eficiência de combustível.

Câmbio automático sequencial

Existe ainda uma variação do câmbio automático chamada de “automático sequencial”. Esse tipo de câmbio é um modelo automático que tem como opção as trocas manuais, ao comando do motorista. Porém, esse “manual” só troca as marchas em sequencia, ou seja, não dá para ir da terceira para quinta sem passar pela quarta, por exemplo. Essas trocas podem ser feitas pela alavanca (sentido "+" e "-") ou por borboletas no volante. É por causa dessa opção, que muitos confundem o câmbio automático sequencial com os automatizados. Mas uma tecnologia é diferente da outra. 

Câmbios automatizados

As montadoras desenvolveram os câmbios automatizados em parceria com seus fornecedores para ajudar o motorista a descansar o pé esquerdo, mas sem gerar grandes custos, o que encareceria o produto. Cada uma delas dá um nome para o seu sistema, como acontece com os motores bicombustíveis. Na Fiat, o câmbio automatizado é o Dualogic; na GM, Easytronic; e na Volkswagen, I-Motion, por exemplo.

Os câmbios automatizados têm a mesma dinâmica do câmbio manual tradicional. No entanto, recebem a ajuda de uma embreagem automática e da centralina, dispositivo que trabalha o engate das marchas. Por isso, também não há pedal de embreagem e os comandos da alavanca são os mesmos de um câmbio automático sequencial. Na prática, o motorista tem todas as facilidades do câmbio automático, mas com preço e manutenção mais baratos. Em alguns modelos, a troca de marchas também podem ser feitas por meio de borboletas no volante.

No entanto, as transmissões automatizadas têm respostas mais lentas e os “trancos” são mais sentidos. Para reduzir isso, a opção atual das montadoras é a adoção da dupla embreagem, como no novo Ford EcoSport, embora essa tecnologia gere um custo adicional. Com ela, o desempenho fica mais parecido com o de um câmbio automático. Com tal recurso, é possível aplicar os câmbios automatizados em carros mais potentes sem perda do desempenho.

A dupla embreagem surgiu para veículos de competição, que necessitam de troca de marchas mais rápida. 

Ela trabalha com dois conjuntos de disco de fricção. Um deles agrega as marchas pares, o outro, as ímpares. "Quando a primeira está engatada, a segunda já é colocada 'em espera' na outra embreagem e, assim, sucessivamente", descreve Satkunas.

Conforme o motorista aumenta a pressão no acelerador, os engates e desengates são feitos de forma muito mais rápida. Todo o movimento é controlado eletronicamente. Com isso, a marcha não “arranha”, como acontece em um carro normal e o consumo de combustível também é reduzido.

Overdrive

Há ainda um recurso chamado overdrive, utilizado por poucos carros atualmente. Nada mais é do que um “alongador” de marcha — o mecanismo permite um ajuste “artificial” para o carro manter a velocidade em baixa rotação, aproveitando melhor o combustível. “Isso era muito usado antigamente, quando as transmissões automáticas tinham apenas 3 marchas”, explica Orikassa.

FONTE: http://g1.globo.com/carros


Dicas Para Comprar Um Carro Usado - Parte 05

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Se possível, compre o carro de um amigo. Quanto mais próximo for o dono do veículo, menor o risco. Se ocorrerem eventuais problemas com o automóvel, você saberá a quem apresentar a reclamação. A dificuldade é encontrar o modelo desejado em bom estado apenas dentro do universo de conhecidos. A segunda opção mais segura são os carros de concessionárias. Além de serem lojas grandes e com uma reputação a zelar, boa parte dessas empresas ainda carrega junto o nome da montadora.

Logo, o fabricante do veículo vai exigir da concessionária qualidade nos serviços prestados aos clientes. O que afugenta os consumidores das concessionárias é que os preços cobrados costumam ser um pouco mais elevados que nas demais formas de compra. Na escala de maior risco, em seguida aparecem os carros de lojas sem bandeira ou de locadoras.

Ambas oferecem garantia de 90 dias para motor e câmbio. No entanto, a qualidade dos carros ofertados nessas lojas nem sempre será tão boa quanto nas concessionárias. As lojas sem bandeira são as principais compradoras de carros com alta quilometragem ou bem desgastados. Já as locadoras trabalham com muitos carros multiusuário. São, portanto, veículos em que o motorista muitas vezes não toma o devido cuidado para a conservação. Além disso, há veículos que são utilizados em condições mais severas.

A pessoa aluga o carro justamente para não submeter o próprio automóvel ao desgaste de carregar carga pesada ou rodar em estrada de terra, por exemplo. Com risco maior que o carro de locadoras, estão os veículos comprados de desconhecidos. Negócios fechados entre pessoas físicas não estão sujeitos às regras do Código de Defesa do Consumidor nem tem garantia obrigatória de câmbio e motor. Também é necessário verificar você mesmo se o carro é roubado ou foi danificado por colisão ou enchente.

Ao comprar um carro em lojas, essa triagem já terá sido feita pelo próprio estabelecimento comercial. Entre os desconhecidos, o mais arriscado é comprar um carro em outra cidade que você encontrou na internet. Muitas vezes o vendedor exige um pagamento antecipado do comprador mesmo que ele ainda não tenha tido a oportunidade de verificar se o veículo se encontra nas condições prometidas. Algumas vezes o anúncio é uma fraude: só se descobre que o carro e o vendedor não existem quando já é tarde.

Então a dica é tomar cuidados redobrados. Peça para algum conhecido que mora na cidade do vendedor fazer uma vistoria no veículo antes de realizar qualquer pagamento antecipado. Por último, a forma mais arriscada de comprar um veículo é por meio de leilão. O comprador não poderá ligar o veículo nem rodar por alguns quilômetros.

A abertura do capô é o máximo que se permite aos interessados. Muitos dos veículos que vão para leilão foram vendidos por seguradoras após sinistros graves. Não é à toa que os compradores muitas vezes apresentam lances com 30% de desconto e conseguem arrematar o veículo desejado.