Facebook Facebook Facebook Facebook

468x60 Ads

Ipiranga na Web

Comprando pela internet com boleto ou transferência bancária você acumula.

Desconto no combustível de até 20%

A partir de 500Km você ganha descontos.

Posto Ipiranga na Web

Compre combustível pré-pago na internet.

Tem mais de um veículo na garagem?

Conte com o Posto Ipiranga na Web para controlar seus gastos.

Promoção Ganhe na Am/Pm

Acumula 50Km no posto e concorra a prêmios instantâneos.

Veja como avaliar a funilaria e pintura

0 comentários




Para não ter surpresas com o passar do tempo, faça uma avaliação detalhada da parte externa do veículo usado antes de comprá-lo.

Após a revisão mecânica do veículo de segunda mão que pretende comprar é preciso analisar toda sua parte externa, que envolve a funilaria e pintura. Confira as dicas da PROTESTE para você não ter problemas futuros com a lataria.

Parte externa do veículo:

  • Analise o carro limpo, com iluminação natural. Nunca em dias de chuva – a água esconde imperfeições da lataria. Observe se a pintura está homogênea. 
  • Parafusos das portas, do capô e do porta-malas com desgaste ou em mau estado indicam que o carro passou por reparos.
  • Verifique se as portas fecham bem e se existe distâncias irregulares entre o vão da porta e ao longo do vão entre o capô e o para-lama.
  • Desconfie do alojamento do motor com ondulações e com pintura nova, parafusos de cores diferentes e solda do motor com fio contínuo (a original de fábrica é pontilhada).
  • Uma maneira de verificar retoques de funilaria e pintura é envolver um pedaço de imã em uma flanela e passá-lo na lataria. Se o imã se desprender é indicativo reparo no local.
  • Atenção aos modelos antigos com peças de modelos mais novos e faróis e lanternas diferentes.
  • Bolhas na pintura podem indicar ferrugem. Locais mais prováveis: sob portas e para-lamas, na carroceria, ao redor das tampas do capô e no porta-malas.
  • Duvide de veículos antigos com pinturas novas e encerados.

Parte interna do veículo:

  • Certifique-se de que os bancos não estão soltos, empenados, rasgados, sujos ou quebrados e se afundam ao sentar. 
  • Verifique o pedal do freio. Se estiver com um grande desgaste, é indicativo de que o veículo tenha uma alta quilometragem.
  • Cheque se o extintor de incêndio está dentro do prazo de validade e em bom estado. Veja também se o macaco, triângulo, chave de roda e cintos de segurança estão em condições aceitáveis de uso.
  • Os acionadores (de vidros e travas) e puxadores devem estar em bom estado. Alguns modelos são difíceis de encontrar.
  • Veja no manual do proprietário se todas as revisões foram realizadas e carimbadas pela concessionária da marca, dentro do limite de tempo/km exigido.



Dicas Para Comprar Um Carro Usado - Parte 04

0 comentários




Se possível, compre o carro de um amigo. Quanto mais próximo for o dono do veículo, menor o risco. Se ocorrerem eventuais problemas com o automóvel, você saberá a quem apresentar a reclamação. A dificuldade é encontrar o modelo desejado em bom estado apenas dentro do universo de conhecidos. A segunda opção mais segura são os carros de concessionárias. Além de serem lojas grandes e com uma reputação a zelar, boa parte dessas empresas ainda carrega junto o nome da montadora.

Logo, o fabricante do veículo vai exigir da concessionária qualidade nos serviços prestados aos clientes. O que afugenta os consumidores das concessionárias é que os preços cobrados costumam ser um pouco mais elevados que nas demais formas de compra. Na escala de maior risco, em seguida aparecem os carros de lojas sem bandeira ou de locadoras.

Ambas oferecem garantia de 90 dias para motor e câmbio. No entanto, a qualidade dos carros ofertados nessas lojas nem sempre será tão boa quanto nas concessionárias. As lojas sem bandeira são as principais compradoras de carros com alta quilometragem ou bem desgastados. Já as locadoras trabalham com muitos carros multiusuário. São, portanto, veículos em que o motorista muitas vezes não toma o devido cuidado para a conservação. Além disso, há veículos que são utilizados em condições mais severas.

A pessoa aluga o carro justamente para não submeter o próprio automóvel ao desgaste de carregar carga pesada ou rodar em estrada de terra, por exemplo. Com risco maior que o carro de locadoras, estão os veículos comprados de desconhecidos. Negócios fechados entre pessoas físicas não estão sujeitos às regras do Código de Defesa do Consumidor nem tem garantia obrigatória de câmbio e motor. Também é necessário verificar você mesmo se o carro é roubado ou foi danificado por colisão ou enchente.

Ao comprar um carro em lojas, essa triagem já terá sido feita pelo próprio estabelecimento comercial. Entre os desconhecidos, o mais arriscado é comprar um carro em outra cidade que você encontrou na internet. Muitas vezes o vendedor exige um pagamento antecipado do comprador mesmo que ele ainda não tenha tido a oportunidade de verificar se o veículo se encontra nas condições prometidas. Algumas vezes o anúncio é uma fraude: só se descobre que o carro e o vendedor não existem quando já é tarde.

Então a dica é tomar cuidados redobrados. Peça para algum conhecido que mora na cidade do vendedor fazer uma vistoria no veículo antes de realizar qualquer pagamento antecipado. Por último, a forma mais arriscada de comprar um veículo é por meio de leilão. O comprador não poderá ligar o veículo nem rodar por alguns quilômetros.

A abertura do capô é o máximo que se permite aos interessados. Muitos dos veículos que vão para leilão foram vendidos por seguradoras após sinistros graves. Não é à toa que os compradores muitas vezes apresentam lances com 30% de desconto e conseguem arrematar o veículo desejado. 



Freio Traseiro – Ele existe?

0 comentários

Se o pneu dianteiro não dura o que deveria ou a pastilha acaba muito rápido, pode ser sinal de falha no Freio Traseiro!




O freio traseiro geralmente é desprezado em revisões, devido à necessidade de se desmontar o tambor, mas é importante analisar muito bem este sistema, já que uma falha na traseira pode colocar sua segurança em risco no momento de uma frenagem simples, imagine então em uma frenagem de emergência!

A regra é clara. O freio traseiro breca proporcionalmente menos que a dianteira, mas isso é calculado para evitar que o veículo saia de traseira. Mas atenção, pois a sua ação durante a frenagem é fundamental para que o veículo pare no momento desejado.

Um sintoma muito comum de falha no sistema de freio traseiro é o desgaste prematuro dos pneus, freios e suspensão da dianteira. Ao frear, o peso do veículo deve ser distribuído corretamente entre o eixo dianteiro e traseiro, e quando isso não ocorre, são os freios, pneus e suspensão da dianteira que seguram o veículo. Isso provoca uma diminuição da distância da dianteira do veículo em relação ao solo, provocando assim à abertura da cambagem do veículo e consequentemente o desgaste prematuro dos pneus em seu ombro interno, com isso a durabilidade dos pneus dianteiros é reduzida. A suspensão é mais exigida, pastilhas e discos também trabalham excessivamente e sua durabilidade sofre redução. Outra vítima é o fluído de freio que sofre com o excesso de calor gerado pelas pastilhas dianteiras em atrito com os discos.

Existem ainda falhas como vazamentos no sistema hidráulico de freio traseiro, que podem provocar uma pane imediata, onde o pedal de freio pode baixar sem aviso algum, ocasionando uma falta total de freio. Outra falha bastante comum é a do veículo brecar com o pedal mais baixo do que o comum e caso o mecânico não inspecione o freio traseiro, ele pode chegar a substituir componentes como cilindro mestre e não resolver o sintoma. O que ocorre nesse caso é que as lonas do freio traseiro podem estar tão longe do tambor, que o condutor tem que pressionar o pedal um pouco mais para superar essa distância.

Por isso indicamos que sejam feitas inspeções regulares no sistema de freio traseiro, seja ele a tambor ou a disco, pois quando ele falha sua segurança corre risco ou ocorrem despesas desnecessárias por desgaste prematuro nos itens da dianteira!

FONTE: http://www.doutorcarro.com.br


PROTESTE lança Cartilha do Condutor

0 comentários




Além dos direitos e cuidados com a segurança do veículo há dicas para manutenção e como recorrer de multas.

A PROTESTE - Associação Brasileira dos Direitos do Consumidor acaba de lançar a Cartilha do Condutor, a publicação tem como objetivo alertar sobre os direitos, cuidados e maneiras de evitar os possíveis riscos que somos expostos nas ruas e estradas. A cartilha também destaca o alto custo para manter um carro no Brasil, considerando os impostos que representam mais de um terço do preço final do veículo.

No momento da aquisição do veículo já está embutido no valor total mais de 30% em impostos. Depois são cobradas várias taxas – licenciamento, IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) e o seguro obrigatório. Além destes gastos para ter um carro, os condutores pagam também para obter a habilitação, para estacionar em vias públicas ou em garagens particulares e para comprar o combustível que também tem preço elevado.

São abordadas na cartilha as providências para evitar e reduzir os acidentes e até dicas para uma boa manutenção do veículo. São citados entre os fatores geradores de acidentes, as falhas na manutenção e fabricação do carro, problemas na manutenção das vias e rodovias e o comportamento inadequado de pedestres e motoristas que desrespeitam as regras de segurança.

Entre as atitudes essenciais para o condutor a cartilha destaca:

- Antes de utilizar o carro, conferir os itens obrigatórios e o bom estado do veículo.
- Respeitar a faixa de pedestres, os sinais de trânsito e os limites de velocidade.
- Não dirigir após consumir bebida alcoólica.
- Ter atenção redobrada em condições climáticas adversas.
- Usar o cinto de segurança, inclusive no banco de traseiro.

A PROTESTE luta há anos para que os carros brasileiros saiam de fábrica equipados com airbags para minimizar os ferimentos e evitar mortes de motoristas e de passageiros em caso de colisões. No entanto apenas em 2014 todos os veículos terão a obrigatoriedade de sair da fábrica equipados com itens de segurança como airbags e freios ABS.

Para colaborar com as melhorias no trânsito os consumidores podem fazer sua parte preocupando-se mais com a segurança do seu veículo e não apenas com sua aparência. Algumas dicas são fazer revisões periódicas, utilizar combustível com procedência confiável, conferir o funcionamento dos cintos de segurança e manter os pneus calibrados.

Além da segurança veicular são tratadas na cartilha questões como transporte adequado de crianças, animais e bagagens. E também como recorrer em casos de multas de trânsito equivocadas junto ao departamento público que aplicou a multa.

A publicação também destaca dicas de pequenos gestos que podem facilitar a convivência no trânsito e melhorar a qualidade de vida de motoristas, passageiros e pedestres.

Para fazer o download da cartilha clique AQUI.

FONTE: http://www.proteste.org.br


Dicas para comprar um carro usado - Parte 03

0 comentários



Informe-se em sites e revistas especializadas sobre os veículos mais desejados. Nas redes sociais, há dezenas de comunidades que discutem a qualidade de cada veículo. Notícias e rankings publicados na mídia também ajudam muito. A revista Quatro Rodas, da Editora Abril, que também edita EXAME, divulga a cada ano o ranking dos melhores carros para comprar em 17 categorias.


FONTE: http://exame.abril.com.br


CARRO NOVO TAMBÉM EXIGE CUIDADOS – VEJA DICAS DE ESPECIALISTA

0 comentários




Quem está realizando um investimento para a compra de um automóvel novo, deve separar uma verba extra para a conservação para manter o carro longe de muitos problemas no futuro. Antonio Cesar Costa, consultor técnico da Oficina Brasil (rede de oficinas mecânicas) dá dicas de como não ser surpreendido com problemas com o carro novo.

“A compra de um carro novo pode resultar numa experiência desastrosa se o proprietário não souber quais são as peças que deverão ser monitoradas com maior atenção, principalmente nos primeiros dias de uso, quando o novo dono ainda está se adaptando ao veículo e qualquer descuido pode danificá-lo”, explica, Antonio Cesar.

As principais dicas do consultor para gastar menos dinheiro na oficina mecânica ou concessionária após os dois primeiros anos de uso do automóvel são:

• A troca do óleo do motor e dos filtros de óleo, ar e combustível é um investimento baixo e pode prevenir um gasto maior com problemas no motor por falta ou deficiência de lubrificação. Por isso, é importante ficar atento às quilometragens para cada troca, sinalizadas no manual do automóvel.

• Outro detalhe importante é realizar o alinhamento e balanceamento dos veículos pelo menos duas vezes ao ano. Além de ajudar a conservar os pneus e a melhorar a dirigibilidade e segurança, ainda ajudam a conservar os rolamentos de roda, principalmente as traseiras.

• Fique atento ao estado dos escapamentos e catalisador. A longa durabilidade dessas peças acaba fazendo com que os novos proprietários desconsiderem a sua existência, que geralmente passam a apresentar problemas após cinco anos de uso. O cuidado com esses itens são muito importantes, principalmente nas cidades como São Paulo, onde a inspeção ambiental avalia a emissão de gases. Se possível, faça um teste de emissão de gases no veículo anualmente. Já há equipamentos que realizam este teste, que custa, aproximadamente, de R$ 30,00 a R$ 50,00.

• Verifique o estado dos freios dianteiros e traseiros pelo menos uma vez ao ano. Um hábito que deve ser terminantemente evitado é o uso da famosa “banguela” (descer desengrenado ou em ponto morto), descer engrenado é o correto, conserva e é seguro. Outro detalhe importante é a troca do fluido de freio, que a cada 20.000 km, pois se contaminado, além de danificar peças do sistema, ainda coloca em risco uma frenagem segura.

• Faça uma revisão de todas as lâmpadas do veículo, lanternas, faróis baixo e alto, luzes de freio e ré, assim como as setas direcionais e principalmente dos painéis, no mínimo duas vezes ao ano. São elas que indicam a tempo quando algo não está correto, permitindo que o proprietário solucione falhas pequenas que poderiam resultar em problemas maiores.

• Um item que geralmente é bastante esquecido são as palhetas do pára-brisa. Verifique o estado das palhetas do limpador e do vidro traseiro sempre a cada 6 meses. Geralmente esse item só é lembrado nos dias de chuva e sua falha pode comprometer a visibilidade, além de riscar o pára-brisa.


FONTE: http://carplace.virgula.uol.com.br


Segurança veicular pode salvar vidas

0 comentários



PROTESTE lança a “Cartilha de Segurança Veicular” para incentivar a segurança no trânsito e cobrar dos fabricantes segurança nos veículos.

Milhares de pessoas morrem anualmente vítimas de acidentes de trânsito no Brasil. Os motivos das ocorrências são diversos: direção arriscada, motoristas embriagados, estradas com péssimos estados de conservação e falta de segurança nos automóveis fabricados no país.

Para incentivar a segurança no trânsito, a PROTESTE lança a “Cartilha de Segurança Veicular”, com o objetivo de conscientizar e alertar a população sobre o uso dos equipamentos de segurança obrigatórios nos veículos e sobre os direitos e deveres dos condutores.

Temas como a legislação no trânsito, a importância dos equipamentos obrigatórios nos veículos, o uso eficaz das luzes de circulação e alternativas para transportar crianças são abordados na publicação. A proposta também é estimular que os usuários exijam dos fabricantes as modificações necessárias nos veículos e o recall nos casos de falhas que ameacem a segurança dos usuários.

O fato é que os veículos fabricados no Brasil não oferecem os mesmos níveis de segurança dos veículos produzidos na Europa e nos Estados Unidos. Em muitos casos as montadoras são as mesmas, mas a maioria dos carros não têm itens de segurança padronizados como freios ABS e airbags e apesar disso são mais caros.

Um dos assuntos mais importantes da cartilha é a divulgação do “Programa de Avaliação de Carros Novos para a América Latina”, realizado em parceria com a Federação Internacional do Automóvel (FIA) e outras instituições. O objetivo é testar e informar a qualidade da segurança veicular em caso de acidente, para que os fabricantes fabriquem carros mais seguros.

Algumas conquistas da PROTESTE em torno do assunto já foram obtidas, como a contrapartida do Comitê Nacional de Mobilização pela Saúde, Segurança e Paz no Trânsito instituindo diretrizes que buscam a redução de 50% da mortalidade e lesões por acidentes de trânsito no Brasil, como proposto por resolução da ONU.

Após esta ação, foi estabelecido o “Plano Nacional de Redução de Acidentes e Segurança Viária para a Década 2011-2020”, porém até o fechamento dessa cartilha, a proposta ainda não tinha sido aprovada pelo governo brasileiro.

Para ficar informado baixe AQUI a “Cartilha de Segurança Veicular”.